Muitos pacientes com urticária são acompanhados por médicos generalistas, pediatras ou em serviços de pronto atendimento.
Porém, há situações em que o encaminhamento para o especialista (alergista, imunologista ou dermatologista) é essencial para um diagnóstico preciso e controle eficaz da doença.
Aqui estão os principais sinais de alerta para encaminhamento:
- Urticária com duração > 6 semanas (crônica): Lesões recorrentes, quase diárias, por mais de 6 semanas indicam urticária crônica, um quadro que exige investigação e plano terapêutico específico.
- Refratariedade ao tratamento inicial: Se o paciente não melhora com anti-histamínicos em dose habitual, é hora de reavaliar o diagnóstico e considerar escalonamento do tratamento.
- Presença de angioedema frequente ou isolado: Angioedema recorrente, especialmente sem urticas, pode indicar causas diferentes (como angioedema hereditário ou por uso de *medicamentos) que precisam de diagnóstico específico.
- Sintomas com impacto importante na qualidade de vida: Urticária com prurido intenso, distúrbios do sono, sofrimento psicológico ou ausência ao trabalho/escola deve ser considerada de manejo prioritário.
- Suspeita de urticária crônica induzida ou doenças associadas: Exposição a frio, calor, vibração, pressão, luz solar ou atividade física? Lesões persistentes? Pode ser urticária crônica induzida, vasculite urticariforme ou doenças autoinflamatórias.
- Encaminhar cedo significa cuidar melhor.
Especialistas podem realizar testes específicos, propor terapias avançadas (como omalizumabe) e avaliar com profundidade o perfil da doença.
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